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Zema pede apoio a Bolsonaro para tirar Minas da crise e diminuir impacto do coronavírus

Por Redação/Agência Estado, 03/04/2020 às 13:49
atualizado em: 03/04/2020 às 14:22

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O governador de Minas, Romeu Zema (Novo), publicou no início da tarde desta sexta-feira, no Twitter, a informação de que ligou para o presidente Jair Bolsonaro pedindo apoio do governo federal para tirar o estado da crise financeira e diminuir os problemas causados pela pandemia do novo coronavírus.

“Expliquei a ele que as medidas já anunciadas são importantes, especialmente para garantir os empregos, mas que precisamos de assistência para o combate à doença e para garantir o funcionamento do Estado, em apoio aos municípios e à população”, disse o governardor.

Zema se reúne nesta tarde com o secretário de Estado de Planejamento, Otto Levy. O Governo de Minas discute, ao longo dos últimos dias, a queda na arrecadação provocada pela pandemia de coronavírus. A previsão é de uma queda de R$ 7,5 bilhões e, por isso, ainda não foi divulgada a data para a escala de pagamento dos servidores públicos estaduais.

Isolamento social

O presidente Jair Bolsonaro reforçou nesta sexta-feira, o posicionamento contra o isolamento social. Na saída do Palácio da Alvorada, Bolsonaro disse a apoiadores que "a sociedade não aguenta ficar dois, três meses parada" e que "vai quebrar tudo". "Você sabe o meu posicionamento. Não pode fechar dessa maneira (o comércio). E atrás disso vem desemprego em massa, vem miséria, vem fome, vem violência", declarou.

Ao ouvir reclamações sobre as baixas no comércio, Bolsonaro voltou a responsabilizar os governadores. "Por demagogia, há uma disputa entre algumas autoridades sobre quem está mais preocupado com a vida de vocês". Bolsonaro enfatizou que o "político tem que ouvir o povo" e afirmou: "A opinião pública aos poucos está vindo para o nosso lado".

Sobre a pandemia do novo coronavírus, o presidente estimou que 70% da população brasileira será atingida. "Esse vírus é igual uma chuva, vai molhar 70% de vocês, certo? Isso ninguém contesta. Toda a nação vai ficar livre de pandemia quando 70% (da população) for infectado e conseguir os anticorpos. Ponto final", afirmou. Ele disse, contudo, que uma "pequena parte da população", os mais idosos, iriam "ter problema sério".

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